sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Perigo! Obras em São Mamede de Infesta




São Mamede de Infesta assemelha-se, neste momento, a um monumental estaleiro de obras. Como já deve ter reparado, nas principais vias de acesso à cidade as obras, que já duram há algum tempo, têm gerado um enorme caos no trânsito rodoviário e para quem nela habita. O que reflecte-se numa verdadeira poluição sonora de carros, camiões, autocarros, motas, que se prolonga, frequentemente, até cerca das 20h, principalmente na Rua Godinho de Faria e na Avenida do Conde.

Em algumas ocasiões e em alguns destes locais intervencionados, é possível encontrar agentes da autoridade, nomeadamente da PSP, a coordenar o tráfego, contudo, é conveniente salientar que em horas de ponta, quando o fluxo de veículos é maior dentro da cidade, poderia haver um cuidado redobrado na forma como é feita esta coordenação. Talvez a mobilização de elementos da Polícia Municipal nestas situações seja pertinente, ficando aqui o apelo à Junta de Freguesia de São Mamede de Infesta e à Câmara Municipal de Matosinhos, para que sejam mais diligentes e tomem medidas preventivas.
Desta forma, os incómodos causados a condutores, peões e mamedenses poderão ser minimizados.

Refira-se também o facto dos semáforos, em cruzamentos críticos como o da Rua Godinho de Faria com a Rua Dr. Sá e Melo ( bombas de gasolina Repsol), estarem ora ligados, ora desligados, agravando este problema de trânsito, uma vez que a Travessa de Santos Dias encontra-se ainda encerrada devido a obras.

Uma outra palavra para as empresas que estão a efectuar as obras e para quem as deveria fiscalizar, dado que nos locais onde já foram entretanto cobertos parte dos "buracos", caso da Rua da Maínça, em direcção a Leça do Balio, o desnível do piso é evidente, podendo provocar sérios danos nas suspensões dos automóveis que circulam nesses locais. As obras são, à partida, para que os munícipes usufruam de uma melhor qualidade de vida, contudo, as armadilhas eventualmente deixadas por obras mal feitas são um factor de imenso perigo para a circulação rodoviária, para além de que são os recursos públicos, ou seja, os impostos dos matosinhenses, e que não são poucos, que pagam estas obras.

André Rocha







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