O deputado europeu Paulo Rangel disse ontem em Matosinhos que irá questionar a Comissão Europeia sobre a “sustentabilidade ambiental” da estilha a céu aberto no Porto de Leixões.
“Juntamente com a eurodeputada Maria da Graça Carvalho e o eurodeputado José Manuel Fernandes vou fazer uma pergunta à Comissão Europeia sobre a sustentabilidade ambiental desta situação”, afirmou o eurodeputado durante um encontro em Matosinhos para denunciar o problema da estilha (pequenas partículas de madeira) armazenada a céu aberto no Porto de Leixões.
Rangel afirmou que a situação “insustentável” é uma “clara violação da legislação europeia” e que causa prejuízo “ao ambiente, do ponto de vista da qualidade do ar” sendo ainda uma “questão saúde pública”.
“O levantamento de partículas tem efeitos muito nocivos na saúde pública”, frisou. O eurodeputado adiantou ainda que irá também interpelar a APDL (Administração dos Portos do Douro e Leixões) e a autarquia que “tem especiais responsabilidades” pois deveria “servir de provedor dos cidadãos” ao ter “pleno conhecimento da situação”.
“Vamos pôr este assunto na agenda política local e na agenda política nacional” e “interpelar autoridades para saber o que se está a fazer”, referiu.
O eurodeputado acrescentou que “há quase dez anos que esta é uma luta dos cidadãos de Matosinhos sem qualquer resposta aceitável por parte da APDL” e que “não há em mais nenhuma cidade da Europa, que se preze, uma situação destas”.
Presente esteve também a deputada Luísa Roseira que irá por seu turno questionar esta semana a ministra do Ambiente “sobre o porquê da situação no Porto de Leixões”. “É inconcebível que um município com uma proximidade tão grande ao Governo socialista não tenha até ao momento colocado na agenda e nas prioridades da luta o fim desta situação”, sublinhou a parlamentar social-democrata.
A deputada contou ter sido solicitada uma reunião com a APDL que esteve agendada mas acabou adiada por “indisponibilidade de agenda”. “Continuamos a esperar uma reunião”, disse.
Fonte oficial da APDL, contactada pela Lusa, não quis fazer qualquer comentário e apenas admitiu que está agendada uma visita do PSD para 27 de Setembro
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Paulo Rangel defende «corte radical na despesa» para «credibilidade externa» do país
«O Governo tem de apresentar um orçamento em que corte radicalmente na despesa. Isso é absolutamente essencial para que o país ganhe alguma credibilidade externa», afirmou Rangel, à margem de um encontro em Matosinhos para denunciar problemas ambientais no Porto de Leixões.
Para Rangel, a situação do país é «muito difícil» pelo que «é preciso um grande sentido de responsabilidade que tem de começar no Governo».
«O governo, que continua com TGV’s e terceiras travessias, continua a não dar qualquer sinal de responsabilidade. Pelo contrário, parece estar a querer governar para captar votos numa altura em que deveria estar a governar para resolver problemas gravíssimos no País que vão ter consequências sociais muito sérias no curto-médio prazo», salientou.
Rangel criticou ainda o Governo pela forma como lidou com a introdução de portagens nas SCUT, considerando que foi «a maior trapalhada que alguma vez foi criada» e que o esquema de benesses na compra do chip «vai levar às maiores injustiças».
«Este tipo de situação é inaceitável e revela a total incompetência do Governo para resolver um problema que foram os socialistas - e num governo em que estava José Sócrates - que criaram que foi a ideia de que se podiam construir autoestradas sem que os utilizadores tivessem que paga», sublinhou.
As últimas propostas do PSD – defesa universal de introdução de portagens nas SCUT e revisão constitucional – causaram algum desconforto mas o eurodeputado não acredita terem tido qualquer influência nos resultados de recentes sondagens que mostram a queda dos sociais-democratas.
«Acho que o país se encontra numa situação de impasse e estas sondagens, com a relatividade que têm todas as sondagens, espelham a ideia de impasse», defendeu.
Frisando não dar «um valor excessivo» às sondagens, explicou que as mesmas «têm esse sentido simbólico de retratarem o impasse em que se encontra o país e a necessidade que temos neste momento de dar um sinal muito forte, principalmente exterior, por causa da situação financeira, de que estamos dispostos a resolver os problemas que este governo criou e pelos quais é responsável».
Sol/Lusa
Para Rangel, a situação do país é «muito difícil» pelo que «é preciso um grande sentido de responsabilidade que tem de começar no Governo».
«O governo, que continua com TGV’s e terceiras travessias, continua a não dar qualquer sinal de responsabilidade. Pelo contrário, parece estar a querer governar para captar votos numa altura em que deveria estar a governar para resolver problemas gravíssimos no País que vão ter consequências sociais muito sérias no curto-médio prazo», salientou.
Rangel criticou ainda o Governo pela forma como lidou com a introdução de portagens nas SCUT, considerando que foi «a maior trapalhada que alguma vez foi criada» e que o esquema de benesses na compra do chip «vai levar às maiores injustiças».
«Este tipo de situação é inaceitável e revela a total incompetência do Governo para resolver um problema que foram os socialistas - e num governo em que estava José Sócrates - que criaram que foi a ideia de que se podiam construir autoestradas sem que os utilizadores tivessem que paga», sublinhou.
As últimas propostas do PSD – defesa universal de introdução de portagens nas SCUT e revisão constitucional – causaram algum desconforto mas o eurodeputado não acredita terem tido qualquer influência nos resultados de recentes sondagens que mostram a queda dos sociais-democratas.
«Acho que o país se encontra numa situação de impasse e estas sondagens, com a relatividade que têm todas as sondagens, espelham a ideia de impasse», defendeu.
Frisando não dar «um valor excessivo» às sondagens, explicou que as mesmas «têm esse sentido simbólico de retratarem o impasse em que se encontra o país e a necessidade que temos neste momento de dar um sinal muito forte, principalmente exterior, por causa da situação financeira, de que estamos dispostos a resolver os problemas que este governo criou e pelos quais é responsável».
Sol/Lusa
quarta-feira, 28 de julho de 2010
O Núcleo do PSD de S.M. de Infesta lamenta a posição do Vereador de Desporto da C.M.Matosinhos na passada reunião ordinária da Câmara de 22 de Junho
O PSD de S. Mamede Infesta, lamenta falta de informação do senhor Vereador do desporto José Guilherme Aguiar que fez o levantamento dos resultados desportivos conseguidos por atletas e colectividades desportivas desta época e ainda “ que se regozija pela prática de desporto estar a dar resultado, sendo essa…consequente da pratica… em infra-estruturas de grande qualidade…” palavras do vereador, assim em primeiro lugar:
Não se compreende a falta de referência à Associação Académica de São Mamede que na modalidade de andebol sénior, com a conquista do campeonato da 2 divisão nacional, e vitória na Taça Presidente da Republica, foi esta época a colectividade desportiva que mais alto elevou o nome deste Concelho.
Assim, o PSD de S. Mamede de Infesta vem exigir maior apoio material, financeiro e de infra-estruturas para que AASM continue a formar não só atletas, mas acima de tudo cidadãos.
Aconselhamos ainda o Vereador Guilherme Aguiar a informar-se melhor sobre as infra-estruturas desportivas deste Concelho, recomendando-lhe vivamente que visite essas infra-estruturas na freguesia de São Mamede para assim ver os erros nas suas palavras. Pois, de facto Matosinhos tem excelentes colectividades desportivas e excelentes atletas, mas não tem as melhores infra-estruturas e pelos vistos também não tem um vereador informado sobre a realidade do Concelho.
Presidente do Núcleo do PSD de S. Mamede de Infesta
Bruno Pereira
Não se compreende a falta de referência à Associação Académica de São Mamede que na modalidade de andebol sénior, com a conquista do campeonato da 2 divisão nacional, e vitória na Taça Presidente da Republica, foi esta época a colectividade desportiva que mais alto elevou o nome deste Concelho.
Assim, o PSD de S. Mamede de Infesta vem exigir maior apoio material, financeiro e de infra-estruturas para que AASM continue a formar não só atletas, mas acima de tudo cidadãos.
Aconselhamos ainda o Vereador Guilherme Aguiar a informar-se melhor sobre as infra-estruturas desportivas deste Concelho, recomendando-lhe vivamente que visite essas infra-estruturas na freguesia de São Mamede para assim ver os erros nas suas palavras. Pois, de facto Matosinhos tem excelentes colectividades desportivas e excelentes atletas, mas não tem as melhores infra-estruturas e pelos vistos também não tem um vereador informado sobre a realidade do Concelho.
Presidente do Núcleo do PSD de S. Mamede de Infesta
Bruno Pereira
domingo, 25 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Linha de Leixões: Refer responsabiliza Câmara de Matosinhos por atrasos na construção de apeadeiros
«A Rede Ferroviária Nacional (Refer) responsabilizou hoje a Câmara de Matosinhos por atrasos no processo de construção de dois novos apeadeiros na Linha de Leixões, cujas obras estavam anunciadas para o passado mês de abril.
Em causa estão paragens previstas para as imediações do hospital de São João e para a Arroteia, fundamentais para atrair mais passageiros à Linha de Leixões, tendo em conta que se situarão nas proximidades de uma estação de metro que garante ligação ao centro do Porto.
Em resposta a pedidos de esclarecimento da agência Lusa, a Refer garantiu ter concluído os projetos e lançado concursos para as empreitadas, acrescentando que os trabalhos só não avançaram porque a Câmara de Matosinhos ainda não cumpriu integralmente o protocolo celebrado com a empresa gestora das linhas de caminho de ferro.
“Para a total materialização da segunda fase torna-se igualmente necessário assegurar, através de terreno municipal, as respetivas acessibilidades àquelas novas infraestruturas ferroviárias, sem as quais não será possível a Refer dar início à sua construção”, explicou a empresa.
Ainda de acordo com a Refer, este processo referente às acessibilidades “aguarda, desde 24 de setembro de 2009, decisão por parte da Câmara Municipal de Matosinhos, entidade responsável por esta componente do projeto”, nos termos do protocolo celebrado pelas partes.»
Fonte: Agência Lusa.
Em causa estão paragens previstas para as imediações do hospital de São João e para a Arroteia, fundamentais para atrair mais passageiros à Linha de Leixões, tendo em conta que se situarão nas proximidades de uma estação de metro que garante ligação ao centro do Porto.
Em resposta a pedidos de esclarecimento da agência Lusa, a Refer garantiu ter concluído os projetos e lançado concursos para as empreitadas, acrescentando que os trabalhos só não avançaram porque a Câmara de Matosinhos ainda não cumpriu integralmente o protocolo celebrado com a empresa gestora das linhas de caminho de ferro.
“Para a total materialização da segunda fase torna-se igualmente necessário assegurar, através de terreno municipal, as respetivas acessibilidades àquelas novas infraestruturas ferroviárias, sem as quais não será possível a Refer dar início à sua construção”, explicou a empresa.
Ainda de acordo com a Refer, este processo referente às acessibilidades “aguarda, desde 24 de setembro de 2009, decisão por parte da Câmara Municipal de Matosinhos, entidade responsável por esta componente do projeto”, nos termos do protocolo celebrado pelas partes.»
Fonte: Agência Lusa.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Sitio oficial da CPC de Matosinhos na Internet
Aqui fica o sitio da CPC do PSD de Matosinhos, que já era solicitado há algum tempo e que agora se encontra disponível em http://www.psdmatosinhos.com/.
Aproveita-se também a ocasião para divulgar igualmente o blogue,onde poderão opinar sobre a situação actual do concelho: http://psd-matosinhos.blogspot.com/
Aproveita-se também a ocasião para divulgar igualmente o blogue,onde poderão opinar sobre a situação actual do concelho: http://psd-matosinhos.blogspot.com/
Tribunal de Contas já está a analisar contrato do troço Poceirão-Caia
O contrato do troço de alta velocidade ferroviária Poceirão-Caia, que fará parte da futura linha Lisboa-Madrid, está a ser analisado pelo Tribunal de Contas.O TC tem agora 30 dias úteis para decidir sobre a atribuição do visto prévio aos contratos.
Este prazo é suspenso sempre que são solicitados elementos.Caso o TC não se pronuncie dentro destes 30 dias,os contratos submetidos são automaticamente visados.
Recorde-se que o TC recusou a atribuição de visto prévio a vários contratos das novas concessões rodoviárias.
O troço Poceirão-Caia, que fará parte da futura linha de alta velocidade Lisboa-Madrid, foi adjudicado ao consórcio Elos-Ligações de Alta Velocidade, co-liderado pela Brisa e pela Soares da Costa.
O consórcio Elos integra também a Iridium Concesiones de Infraestructuras, do grupo espanhol ACS, Lena, Bento Pedroso,Edifer,Zagope,a norte-americana Babcock & Brown Limited, o BCP e a Caixa Geral de Depósitos.
O investimento global neste troço, que deverá entrar ao serviço em 2013, ascende a 1359 milhões de euros.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Moção sobre o Metro apresentada pelo PSD de São Mamede
PROPOSTA
Considerando que:
1º A população de S. Mamede Infesta tem absoluta necessidade de ser servida pelo Metro do Porto tal como as demais populações que já usufruem deste meio de transporte;
Considerando que:
1º A população de S. Mamede Infesta tem absoluta necessidade de ser servida pelo Metro do Porto tal como as demais populações que já usufruem deste meio de transporte;
2º Conscientes de tal necessidade vários responsáveis políticos comprometeram-se publicamente a fazer chegar o Metro a S. Mamede Infesta até 2015;
3º Entre os responsáveis políticos que assumiram este compromisso conta-se o Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Dr. Guilherme Pinto, que fez desta promessa uma das bandeiras eleitorais na última campanha eleitoral para as Autárquicas;
4º à Freguesia de S. Mamede Infesta, e designadamente aos seus órgãos autárquicos, cumpre a defesa dos interesses da população e, neste caso do Metro, vigiar e garantir o rigoroso cumprimento de uma promessa que dia a dia se revela mais imprescindível para os Mamedenses.
A Assembleia de Freguesia de S. Mamede Infesta delibera recomendar à Junta de Freguesia a instalação, em local de grande visibilidade na Freguesia, de um temporizador de contagem regressiva, isto é, de um painel que assinale diariamente o número de dias que falta para a chegada do Metro a S. Mamede Infesta lembrando, deste modo, aos responsáveis políticos que a Freguesia de S. Mamede e os Mamedenses não abdicam de exigir o cumprimento das promessas que nos foram feitas e, bem assim, de exigir que se faça justiça a S. Mamede.
A Assembleia de Freguesia de S. Mamede Infesta delibera recomendar à Junta de Freguesia a instalação, em local de grande visibilidade na Freguesia, de um temporizador de contagem regressiva, isto é, de um painel que assinale diariamente o número de dias que falta para a chegada do Metro a S. Mamede Infesta lembrando, deste modo, aos responsáveis políticos que a Freguesia de S. Mamede e os Mamedenses não abdicam de exigir o cumprimento das promessas que nos foram feitas e, bem assim, de exigir que se faça justiça a S. Mamede.
Bruno Pereira
É com muita pena que esta moção tenha sido Chumbada com os votos contra do PS e com o voto de qualidade do Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia Pinto da Rocha, isto mostra a total apatia e desinteresse pela cidade.
Pois, embora não haja dinheiro para um painel temporizador , a rectificação orçamental sofreu o agravo de perto de 90.000, isto é que é onerar a cidade de São Mamede sem nada ser feito para melhorar a nossa cidade.
Subscrever:
Mensagens (Atom)